Adiada leitura da decisão judicial da Operação Babel devido à greve do Ministério Público
Ex-vice presidente da Câmara de Gaia, que esteve em prisão preventiva durante cerca de 23 meses, está acusado pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, participação económica em negócio, entre outros.
Foi adiada a decisão judicial da Operação Babel, marcada para esta sexta-feira, devido à greve do Ministério Público. A leitura vai decorrer no próximo dia 8 de maio. O ex-vice-presidente da Câmara de Gaia Patrocínio Azevedo, um dos 16 arguidos na Operação Babel relacionada com a alegada viciação de normas e instrução de processos de licenciamento urbanísticos em Gaia, ia conhecer esta sexta-feira a decisão judicial.
A leitura do acórdão estava agendada para mais de um ano depois do início do julgamento, dia em que também está agendada uma greve nacional dos magistrados do Ministério Público (MP) para exigir que o próximo movimento anual de procuradores reverta a acumulação de áreas funcionais atribuídas aos magistrados.
Patrocínio Azevedo, que esteve em prisão preventiva durante cerca de 23 meses, está acusado pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação, participação económica em negócio, tráfico de influência, abuso de poderes, branqueamento e recebimento ou oferta indevidos de vantagem.
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