Amigo de português preso em gruta revela troca de mensagens antes da travessia: "Ele estava preocupado"
Em troca de mensagens, António assumia que queria levar uma bóia de caça submarina para a travessia.
Marco Martins, comandante dos bombeiros de Óbidos, revelou à CMTV ser amigo de infância de António Afonso, um dos portugueses presos na gruta Curto-Coventosa. O comandante afirma que o espeleólogo estava preocupado com as condições de segurança que o grupo teria durante a travessia àquela gruta. Segundo Marco, numa troca de mensagens no dia 16 de outubro, três dias antes da travessia, António Afonso assumia que queria levar uma boia de caça submarina ou uma sinalização pois podiam estar sujeitos a uma situação como esta. O grupo de espeleólogos é muito experiente e foi preparado para qualquer eventualidade, segundo sublinha Marco Martins. O comandante assume, no entanto, que se isto acontecesse em Portugal, a Proteção Civil não saberia como efetuar o resgate. A equipa de resgate que está ao comando da operação em Espanha é especializada neste tipo de operações.
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