André Ventura apedrejado durante campanha presidencial em Setúbal

Relatório do SIS, que permitia atribuir segurança pessoal a candidatos presidenciais, este ano não foi realizado.

22 de janeiro de 2021 às 08:35
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
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Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
Manifestação durante campanha de André Ventura Foto: Rui Minderico
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A maior parte das candidaturas lamentou as cenas de violência ocorridas. “Não se derrota o ódio com violência”, escreveu a bloquista Marisa Matias no Twitter. Já o liberal Tiago Mayan condenou “totalmente qualquer forma de violência, ameaça ou coação, venham de onde vierem”. Posição idêntica à da socialista Ana Gomes: “Ninguém atua de forma violenta em meu nome”, frisou. João Ferreira, do PCP, lembrou que sempre recusou “entrar em disputas estéreis”. “Nunca nos viram entrar em manifestações de ódio perante outros candidatos”.

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