Arranca mais uma sessão da Operação Marquês. Gestor de investimento nega conhecer Santos Silva e José Sócrates
Sessão decorre no Campus de Justiça, em Lisboa.
27 de janeiro de 2026 às 10:46
O que sabemos até agora:
- Decorre esta terça-feira mais uma sessão da Operação Marquês, no Campus de Justiça, em Lisboa;
- Desta vez vão ser ouvidos Nuno Coutinho, que trabalhava no grupo BES, e Francisco Mendonça Tavares, advogado que foi representante legal de alguns administradores do grupo de negócios em causa na investigação e que aparece como autor das minutas das cartas ligadas ao contrato promessa compra e venda do Kanhangulo;
- Está prevista a audição do casal Ângela Mello de Almeida e Luís Lello de Almeida, ligados a uma sociedade Motupróprio que fez contrato com o grupo Lena entre abril e setembro de 2011;
- Vai ainda ser ouvido Guilherme Dray, antigo chefe de gabinete de José Sócrates em 2009, tendo desempenhado funções até 2011; Antes, foi chefe de gabinete do ministro das Obras Públicas Mário Lino, entre 2005 e 2009;
- Desta vez vão ser ouvidos Nuno Coutinho, que trabalhava no grupo BES, e Francisco Mendonça Tavares, advogado que foi representante legal de alguns administradores do grupo de negócios em causa na investigação e que aparece como autor das minutas das cartas ligadas ao contrato promessa compra e venda do Kanhangulo;
- Está prevista a audição do casal Ângela Mello de Almeida e Luís Lello de Almeida, ligados a uma sociedade Motupróprio que fez contrato com o grupo Lena entre abril e setembro de 2011;
- Vai ainda ser ouvido Guilherme Dray, antigo chefe de gabinete de José Sócrates em 2009, tendo desempenhado funções até 2011; Antes, foi chefe de gabinete do ministro das Obras Públicas Mário Lino, entre 2005 e 2009;
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