ASSALTAVAM CASAS E QUEIMAVAM-NAS

Três jovens de Cantanhede são os presumíveis autores de dez furtos qualificados em residências de emigrantes situadas no concelho, em três das quais atearam fogo a mobiliário e a um veículo, informou ontem a Polícia Judiciária de Coimbra.

18 de maio de 2004 às 00:00
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Os indivíduos, com idades entre os 20 e os 24 anos, arrombavam as casas para furtar equipamentos de som e imagem e, nalguns casos, “lançavam-lhes fogo no intuito de destruírem os vestígios dos crimes”, disse ao CM um investigador da Polícia Judiciária.

Os assaltos terão começado em Novembro e os três presumíveis assaltantes foram detidos na sexta-feira à noite, estando um deles em prisão preventiva, enquanto os outros dois têm de se apresentar periodicamente às autoridades policiais.

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Segundo apurámos, os indivíduos são portugueses e residem no mesmo concelho onde perpetraram os assaltos, não têm cadastro criminal nem estão conotados com o consumo de estupefacientes, tendo dito às autoridades policiais que dão serventia a pedreiros, actividade profissional que não necessita de qualificação específica.

O elevado número de assaltos a casas de emigrantes no concelho estava a preocupar as autoridades policiais, pelo sentimento de insegurança que acarreta, tendo as investigações sido iniciadas pela GNR de Cantanhede, que actuou em “estreita colaboração” com a Polícia Judiciária de Coimbra.

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