Blanco garante que Manuel Vicente não foi beneficiado
Julgamento continua esta quinta-feira.
O julgamento da 'Operação Fizz', que tem como arguidos o ex-vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, o ex-procurador Orlando Figueira, o advogado Paulo Blanco e o empresário Armindo Pires continua esta quinta-feira.
Paulo Blanco continua a ser ouvido no âmbito do processo, pelo quarto dia consecutivo. O advogado volta a reafirmar que o processo em que Manuel Vicente era suspeito de branqueamento de capitais foi arquivado uma vez que já existia um inquérito em Angola o ex-governante e pelo facto de não existirem antecedentes criminais. "Manuel Vicente não foi beneficiado", diz.
O advogado explicou por que razão Manuel Vicente decidiu vender os bens que tinha em Portugal. O ex-vice-Presidente angolano quis evitar mais "chatices", numa altura em que o seu nome já estava associado à Portmill - empresa por onde passou o pagamento de vários apartamentos num empreendimento de luxo no Estoril.
Paulo Blanco, advogado que representava o Estado de Angola, não vai terminar hoje a sua exposição. Ainda terá de ser contraditado pelo ministério público e advogados.
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