Bruno de Carvalho revela que jogadores recusaram meio milhão em prémios para vencer ao Benfica e Marítimo

Ex-presidente leonino foi ouvido em fase de instrução. É acusado pelo MP de ser o autor moral do ataque à Academia do Sporting.

03 de julho de 2019 às 12:59
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16h21 - Terminou o interrogatório a Bruno de Carvalho. Antigo presidente do Sporting sai para fumar e é aplaudido à saída do tribunal.

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15h35 - Bruno de Carvalho nega ao juiz que tenha dito "façam o que quiserem" aos jogadores mas afirma que essa frase se referia às tarjas. "Façam o que quiserem às tarjas", continua.

15h31 - Antigo presidente do Sporting afirma que não tem a certeza de quantos treinos havia por semana. Refere ainda que os jogadores pediram uma reunião antes do jogo com o Paços de Ferreira. 

15h22 - Bruno explica que havia problemas na claque. O juíz pergunta que problemas são mas o advogado de Bruno aconselha-o a não responder. As questões estão a ser feitas pelo juíz mas são de Miguel Coutinho, advogado do Sporting.

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"Houve uma reunião na casinha a pedido do Geraldes. Foi pouquissimo tempo. Já decorria a reunião quando eu cheguei", diz Bruno que acrescenta que as pessoas que estavam na sala não estavam satisfeitas com ele e que a reunião não tinha um fio condutor.

"Senti que me podia acontecer alguma coisa", acrescenta Bruno sobre essa reunião que decorreu na véspera do ataque.

15h20 - Juiz questiona Bruno sobre as imagens da CMTV no aeroporto da Madeira. Bruno diz que só viu as imagens legendadas semanas depois. Acrescenta que na reunião de dia 14 perguntou a todos os jogadores se sofriam algum tipo de ameaça. Pediu para ser avisado caso houvesse alguma ameaça. 

Bruno é questionado pelo juiz do porquê de fazer esta questão aos jogadores. "Porque suspeitava que tinha havido ali alguma coisa no aeroporto. Mas não sabia que estava a ser planeado um ataque. Dirigi-me ao Acuña, ao Bataglia, ao William e nenhum me alertou para absolutamente nada", respondeu Bruno. 

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15h10 - Bruno confirma que os elementos da claque lhe ligaram na noite de dia 13 para 14 de maio de 2018. Diziam que queriam "apertar" com ele (Bruno de Carvalho) e com outros jogadores. 

15h03 - Bruno de Carvalho disse que já falou o suficiente na fase do interrogatório. Confirma que no dia 14 houve uma reunião e que disse ao Acuña que tinha um problema em mãos: "Tenho um problema tremendo", na sequência dos desacatos no aeroporto da Madeira com o antigo cabecilha da Juve Leo, Fernando Mendes.

14h59 - Nuno Saraiva não está presente por motivos de doença

14h58 - Bruno de Carvalho começa a ser ouvido

14h45 - Estão mais de 20 polícias na sala de audiência. Fernando Mendes entre os 23 arguidos presentes.

14h40 - "A mulher que tem problemas psiquiátricos". Advogado de Bruno de Carvalho publicou no Twitter um insulto à Procuradora da República

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O vício e o distúrbio psiquiátrico é tal, que a mulher até em acto processual confunde jornais com elementos do processo/peças processuais... jornais ou processo é a mesma coisa!!! ...diz ela!

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