Desaconselhamento a banhos na praia do Aterro em Matosinhos levantado após análises

Resultados das análises à água já foram conhecidos e estão compatíveis com o uso balnear, não havendo indício de poluição.

04 de setembro de 2019 às 21:20
Desaconselhamento a banhos na praia do Aterro em Matosinhos levantado após análises Foto: Movephoto
Desaconselhamento a banhos na praia do Aterro em Matosinhos levantado após análises
Desaconselhamento a banhos na praia do Aterro em Matosinhos levantado após análises Foto: CMTV

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Os banhistas podem voltar à praia do Aterro, em Matosinhos, que desde segunda-feira estava desaconselhada a banhos devido ao aparecimento de um "foco de poluição", disse esta quarta-feira o capitão do Douro, referindo que a água não está contaminada.

"As análises à água, cujos resultados foram esta quarta-feira conhecidos, estão compatíveis com o uso balnear, não havendo indício de poluição. Por isso, o desaconselhamento a banhos foi levantado", afirmou o comandante da Capitania dos Portos do Douro e Leixões, Cruz Martins.

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Na segunda-feira foi detetado um "foco de poluição" no areal entre as praias do Cabo do Mundo e do Aterro, nomeadamente numa zona não balnear, em Matosinhos, no distrito do Porto.

A Polícia Marítima recolheu amostras do produto poluente e da possível fonte de poluição para as diligências necessárias.

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Também a Associação Portuguesa do Ambiente recolheu amostras de água do mar para análise, tendo desaconselhado os banhos nesta praia apenas por precaução enquanto os seus resultados não eram conhecidos.

Já na terça-feira, na reunião pública do executivo municipal, a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, revelou estar a estudar um mecanismo que evite descargas da estação de tratamento de águas residuais para as praias, tal como sucedeu nesta.

A solução poderá passar pela construção de uma subestação elevatória que drene o que está no interior da estação e evite que chegue ao exterior, explicou Luísa Salgueiro.

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Contudo, esta solução é "complexa" e exige um estudo técnico que garanta a sua eficácia, tendo a Indaqua, que explora os serviços municipais de distribuição de água e recolha e tratamento de água residuais, mostrado disponibilidade para fazer esse investimento, acrescentou a autarca.

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