Dezoito composições devem chegar ao metro do Porto em 2021
Metro do Porto assinou contrato de aquisição com empresa chinesa no valor de 49,6 milhões de euros.
Sessenta mil novos lugares diários, mais conforto e melhores condições de transporte é o que vão proporcionar as 18 novas composições adquiridas pela Metro do Porto.
Ao todo, os novos veículos custaram 49,6 milhões de euros - financiados pelo Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente. A assinatura do contrato de aquisição com a empresa chinesa CRC Tangsthan foi feita, esta terça-feira, na estação de metro de S. Bento, na presença do primeiro-ministro, António Costa, e do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes.
"Está garantido, por um lado o aumento da eficiência e fiabilidade da operação da Metro do Porto e, por outro, o aumento do conforto e das condições de transporte dos clientes com uma lotação prevista de 252 lugares (cada composição) e capacidade diária adicional de 60 mil lugares", explicou Tiago Braga, presidente do Conselho de Administração da Metro do Porto, que lembrou que a empresa terminou 2019 da melhor forma. "Alcançámos, pela primeira vez, 71 495 milhões de validações, mais 14% do que em 2018 ", revelou.
As novas composições que deverão começar a chegar em 2021 vão servir a nova Linha Rosa, no Porto, entre S. Bento e a Casa da Música, e o prolongamento da Linha Amarela, entre Santo Ovídio e Vila d’Este, em Vila Nova de Gaia, cujas obras deverão começar no início do segundo semestre deste ano - ao todo são mais seis quilómetros e sete estações, num investimento global de 300 milhões de euros.
Na cerimónia, António Costa destacou o bom trabalho da empresa. "O caso da Metro do Porto é exemplar", disse o primeiro-ministro.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt