Diogo Gaspar suspenso de funções públicas

Terá ainda de pagar uma caução no valor de 50 mil euros.

01 de julho de 2016 às 23:09
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Foto: DR
Rio Tejo, autocarro, hippotrip, navegar, barco, Lisboa, anfíbio Foto: Mariline Alves

1/10

Partilhar

O diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, ficou esta sexta-feira em liberdade mediante caução de 50 mil euros e suspenso das funções públicas que exercia atualmente, por decisão da juíza de Instrução Criminal no processo da operação "Cavaleiro".

Pub

Segundo nota à comunicação social da Procuradoria-Geral da República, a juíza de Instrução Criminal Maria Antónia Andrade decidiu também proibir Diogo Gaspar de contactar com funcionários e entrar no Museu da Presidência, Secretaria-geral da Presidência e Palácio da Cidadela, em Cascais.

O diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, foi detido na quinta-feira por suspeita de crimes de tráfico de influência, falsificação de documento, peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder, segundo a PGR.

O diretor do Museu da Presidência, Diogo Gaspar, foi detido na quinta-feira por suspeita de crimes de tráfico de influência, falsificação de documento, peculato, peculato de uso, participação económica em negócio e abuso de poder, segundo a PGR.

Pub

A PGR indiciou que a investigação teve início em abril de 2015 e foram realizadas buscas domiciliárias e não domiciliárias na zona da Grande Lisboa e em Portalegre.

O inquérito investiga, segundo a PGR, "suspeitas de favorecimento de interesses de particulares e de empresas com vista à obtenção de vantagens económicas indevidas e suspeitas de solicitação de benefícios como contrapartida da promessa de exercício de influência junto de decisores públicos".

O documento da PGR refere ainda que está igualmente a ser investigado "o uso de recursos do Estado para fins particulares, a apropriação de bens móveis públicos e a elaboração de documento, no contexto funcional, desconforme à realidade e que prejudicou os interesses patrimoniais públicos".

O inquérito investiga, segundo a PGR, "suspeitas de favorecimento de interesses de particulares e de empresas com vista à obtenção de vantagens económicas indevidas e suspeitas de solicitação de benefícios como contrapartida da promessa de exercício de influência junto de decisores públicos".

Pub

O documento da PGR refere ainda que está igualmente a ser investigado "o uso de recursos do Estado para fins particulares, a apropriação de bens móveis públicos e a elaboração de documento, no contexto funcional, desconforme à realidade e que prejudicou os interesses patrimoniais públicos".

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar