Estudante inocente volta a ser julgado

Armindo Castro esteve mais de 2 anos preso pela morte da tia.

24 de março de 2016 às 08:22
Armindo Castro Foto: Nuno Fernandes Veiga
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Armindo Castro, vítima de um erro judiciário que levou a que estivesse mais de dois anos preso por um crime que não cometeu, volta a julgamento.

O estudante universitário será julgado com o homicida confesso, que garantiu, em outubro de 2014, ter sido ele a assassinar a tia de Armindo, na casa da idosa, em Joane, concelho de Vila Nova de Famalicão.

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A decisão de sentar no banco dos réus os três arguidos (há ainda a mulher do homicida, que é acusada de coautoria nos crimes) foi contestada pelo próprio Ministério Público. De nada valeu: o juiz decidiu que os processos serão apensados e os três réus julgados ao mesmo tempo.

Também o advogado de Paulo Gomes tinha contestado a decisão do juiz. O causídico tinha pedido que o caso contra Armindo fosse arquivado, mas o magistrado recusou.

Artur Gomes foi recentemente condenado por a 23 anos e três meses de cadeia pela morte de uma outra vizinha na Lixa, em Felgueiras. A mulher, Júlia Paula Lobo, que o ajudou a cometer o crime em abril de 2014, foi também punida com 18 anos de prisão. O casal vai agora ser julgado, juntamente com Armindo, por outra morte.

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