Ex-investigador do caso Maddie diz que a menina "está viva"
Dave Edgar, inspetor reformado, assegura que não há provas que sustentem que a menina foi morta por Christian Brueckner.
Madeleine McCann foi raptada e o mais provável é que esteja viva. Quem o afirma é David Edgar, ex-inspetor da polícia inglesa que chegou a trabalhar no caso do desaparecimento da menina inglesa, ocorrido na Praia da Luz em 2007.
Apesar de todas as novas provas que vieram agora a público, e que apontam para que o novo suspeito, Christian Brueckner, alemão pedófilo e violador condenado, tenha matado Maddie - algo que as autoridades alemãs dão como certo - o polícia reformado explica ao The Sun que "não se devem tirar conclusões precipitadas".
"Este é um caso sem corpo. E sem corpo encontrado, não há qualquer prova de que Madeleine tenha sido assassinada. Sem corpo, ainda há muita esperança para os McCann, de que a filha possa estar viva", garante David Edgar.
David Edgar recorda o tempo como investigador e os casos em que trabalhou para justificar a sua posição. "É tempo de travar a especulação e dar um passo atrás, não é altura para reações precipitadas. Na minha experiência, quando estranhos matam crianças, aliás, quando matam qualquer pessoa com a qual não têm qualquer relação, fazem uma coisa muito rapidamente, de forma quase automática: livram-se do corpo da vítima, para que não sejam apanhados com ele. É assim que funciona."
"Sem corpo, porque nunca foi encontrado, o mais provável é que alguém tenha raptado Madeleine e que ela se mantenha viva até hoje", finaliza o ex-investigador na entrevista.
Esta sexta-feira soube-se também que Christian brueckner, de 43 anos, já havia sido identificado pelas autoridades alemãs como suspeito do desaparecimento de Maddie em 2013. O procurador alemão revelou também que os pais de Maddie, Kate e Gerry McCann, "não têm nada que ver" com o caso, referindo-se à linha de investigação seguida pela PJ após o desaparecimento de Maddie.
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