Ativistas acampados em frente ao Banco de Portugal em Lisboa para protesto contra a crise climática
Extinction Rebellion Portugal juntou-se para uma manifestação depois da Greve Climática Global que começou no Cais Sodré.
São mais de 500 os ativistas da Extenction Rebellion Portugal que se encontram em protesto pacífico, esta sexta-feira à tarde, no cruzamento da Avenida Almirante Reis com a Rua de Angola, em frente ao Banco de Portugal, em Lisboa. O grupo chegou mesmo a cortar o trânsito naquela avenida.Fonte oficial da PSP de Lisboa confirmou a realização da manifestação do movimento internacional ao CM. As pessoas juntaram-se para um protesto contra a crise climática, depois da
da Greve Climática Global que começou no Cais Sodré. Já foram mobilizados para o local
O comissário Serra, do Comando Metropolitano da PSP de Lisboa, disse à agência Lusa que "a situação está calma" e que a PSP está em negociações com os manifestantes para desimpedir a rua e permitir a circulação rodoviária, tendo para isso feito retirar algumas das tendas.
Já foram mobilizados para o local
Os elementos do Corpo de Intervenção da PSP estão desde as 20h00 a retirar da estrada, um a um, as centenas de ativistas que desde o final da tarde cortaram a Avenida Almirante Reis.
O comissário Serra, do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP explicou à Lusa que os ativistas foram avisados que a manifestação foi considerada ilegal por terem cortado a circulação no cruzamento da Rua de Angola com a Avenida Almirante Reis.
Como os manifestantes em defesa do planeta se recusaram a sair, numa atitude de "resistência pacífica", como a classificou o oficial da PSP, os elementos do Corpo de Intervenção foram chamados a intervir, retirando-os um a um da estrada para as laterais da Almirante Reis, arrastando aqueles que oferecem mais resistência.
O objetivo é permitir a circulação rodoviária na Avenida Almirante Reis.
Segundo a mesma fonte, os ativistas, muitos dos quais estrangeiros, não estão a ser detidos, mas o seu direito a manifestar-se não pode impedir a livre circulação rodoviária na zona.
Alguns jovens disseram à agência Lusa que pretendem passar ali a noite em protesto contra as políticas que consideram erradas e que no seu entender estão a destruir o ambiente do planeta, sendo visíveis diversas tendas no local.
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