Ficam soltos se pagarem quatro mil euros a vítima

Grupo perseguiu empresário, exigindo 1400 euros do alterne.

12 de outubro de 2016 às 19:25
segurança, prostituição Foto: CMTV
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Queriam, à força, obrigar um empresário de Vila Nova de Famalicão a pagar 1400 euros de consumo numa casa de alterne, em Palmeira, Braga. Depois de ter sido agredido a soco e ameaçado com uma arma, a vítima foi perseguida, durante quase duas semanas, e forçada a entregar dinheiro ao grupo.

Ontem, os quatro homens foram condenados pelo Tribunal de Braga a penas que variam entre um ano e três meses e os dois anos e três meses e todas elas suspensas sob a condição obrigatória de pagarem um total de quatro mil euros à vítima.

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"A vossa atuação foi grave. Não é perseguindo e ameaçando as pessoas que se cobram as dívidas. Há formas legais de o fazer", disse, após a leitura do acórdão, o presidente do coletivo de juízes, que avisou os arguidos de que as oportunidades "se estão a esgotar".

Os factos aconteceram entre os dias 15 e 27 de janeiro de 2014. Durante este período de quase duas semanas, o empresário diz ter vivido verdadeiramente "aterrorizado".

O grupo chegou a ameaçar que mostrava à mulher da vítima fotografias em que o homem aparecia com prostitutas.

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