Funcionários da Câmara do Porto suspeitos de corrupção saem em liberdade
Faltam ainda conhecer as medidas de coação para os outros cinco detidos do processo principal.
Dois funcionários da Câmara do Porto detidos na operação Babel foram libertados pelo juiz de instrução criminal. Ricardo Magalhães, um dos arguidos, ficou sujeito a apresentações diárias e ao pagamento de uma caução de 20 mil euros.
Fica ainda suspenso das funções nos julgados de Paz e proibido de contactar com os outros intervenientes do processo. Já o outro arguido, que trabalhava no urbanismo, fica também suspenso de funções e sujeito a apresentações às autoridades. Ficam indiciados por abuso de poder e corrupção.
Neste momento faltam ainda conhecer as medidas de coação para os outros cinco detidos do processo principal, que tem entre os arguidos Patrocínio Azevedo, vice-presidente da Câmara de Gaia.
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