Seis detidos em operação da GNR em Olhão contra assaltos violentos a idosos

Ação conta com o reforço de meios da PSP.

Atualizado a 08 de julho de 2026 às 11:56
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Seis pessoas foram detidas numa operação da GNR na zona de Quelfes, Olhão, que visa a criminalidade violenta sobre idosos.

A ação conta com o reforço de meios da PSP. A GNR irá realizar uma conferência de imprensa ainda esta manhã para dar mais pormenores sobre o caso.

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Em causa estão crimes de roubo agravado e furto qualificado cometidos nos concelhos de Olhão e Faro, durante os últimos meses, contra vítimas idosas ou com vulnerabilidade, que eram agredidas com violência, enquadrou a GNR em comunicado.

Durante a investigação, os militares da GNR recolheram indícios da "existência de uma rede organizada que se dedicava ao roubo com recurso a violência física grave contra idosos/pessoas vulneráveis", destacou a Guarda.

Os indícios recolhidos pelos investigadores fundamentaram a emissão de seis mandados de detenção fora de flagrante delito, seis mandados de busca domiciliária e cinco mandados de busca não domiciliária, que foram cumpridos entre segunda-feira e esta quarta-feira, segundo aquela força de segurança.

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"A primeira operação, realizada no dia 06 de julho [segunda-feira], permitiu deter três homens, dois de 19 anos e outro de 23 anos, fortemente indiciados pela prática de diversos roubos e furtos qualificados", precisou.

A GNR colocou, esta quarta-feira, no terreno uma segunda operação que levou à detenção de dois homens, de 27 e 46 anos, e uma mulher, de 44 anos, que também estão "fortemente indiciados pela prática de roubos com recurso a violência física grave, dirigidos sobretudo contra pessoas vulneráveis e idosas".

Os suspeitos detidos na segunda-feira já foram presentes ao primeiro interrogatório judicial no Tribunal Judicial de Faro, tendo dois deles, ambos de 19 anos, ficado sujeitos à medida de coação de prisão preventiva, e um terceiro homem, de 23 anos, sujeito a apresentações diárias perante as autoridades na sua área de residência, salientou a GNR.

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A Guarda indicou que os restantes três detidos ainda vão ser presentes ao tribunal para serem submetidos ao primeiro interrogatório judicial e aplicação das eventuais medidas de coação.

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