Carlos Alexandre permite acesso a escutas de Sócrates com Costa e outros políticos
Procuradores opõem-se à divulgação de conversas que dizem não ter relevância criminal.
Os procuradores do Ministério Público recusam-se a revelar aos assistentes (entre os quais jornalistas) e arguidos no processo "Operação Marquês" as escutas que envolvem as conversas de José Sócrates com vários políticos, incluindo o atual primeiro-ministro, António Costa.
Esta atitude dos magistrados choca com a decisão do juiz de instrução, Carlos Alexandre, que autorizou o acesso às conversas, baseando-se em decisões anteriores de tribunais superiores, apurou o CM.
As referidas conversas não estão transcritas, uma vez que os investigadores consideraram que as referidas conversas não tinham relevância no processo em que Sócrates é acusado de corrupção, branqueamento de capitais e outros crimes.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt