Revisora de contas da Raríssima afirma que instituição apresentava movimentos na conta bancária "sem justificação"
Paula Brito da Costa exige 147 mil euros de indeminização à associação.
O início do julgamento do caso Raríssimas arranca esta quinta-feira no Tribunal de Loures. Paula Brito da Costa, antiga presidente e fundadora da Raríssimas, exige 147 mil euros de indeminização à Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras por considerar ilegal o processo de despedimento.
Quatro anos depois, Paula Brito de Costa está em tribunal com representantes da instituição, de onde foi afastada em 2017.
A ex-presidente está indiciada pelos crimes de recebimento indevido de vantagem, peculato e falsificação de documentos. Terá usado cerca de 350 mil euros da associação para gastos pessoais.
A associação pediu também uma indeminização a Paula Brito da Costa na ordem dos 380 mil euros, uma vez que muitas das despesas apresentadas pela ex-presidente não parecem ter justificação.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt