Revisora de contas da Raríssima afirma que instituição apresentava movimentos na conta bancária "sem justificação"

Paula Brito da Costa exige 147 mil euros de indeminização à associação.

02 de setembro de 2021 às 09:28
Ex-presidente da Associação Raríssimas Foto: CMTV
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O início do julgamento do caso Raríssimas arranca esta quinta-feira no Tribunal de Loures. Paula Brito da Costa, antiga presidente e fundadora da Raríssimas, exige 147 mil euros de indeminização à Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras por considerar ilegal o processo de despedimento. 

Quatro anos depois, Paula Brito de Costa está em tribunal com representantes da instituição, de onde foi afastada em 2017. 

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A ex-presidente está indiciada pelos crimes de recebimento indevido de vantagem, peculato e falsificação de documentos. Terá usado cerca de 350 mil euros da associação para gastos pessoais. 

A associação pediu também uma indeminização a Paula Brito da Costa na ordem dos 380 mil euros, uma vez que muitas das despesas apresentadas pela ex-presidente não parecem ter justificação. 

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