Junta lisboeta das Avenidas Novas diz que denúncia que motivou buscas da PJ é falsa
Na sexta-feira, a Polícia Judiciária confirmou a realização de buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, no âmbito de uma investigação relacionada com contratos celebrados com duas empresas.
A Junta de Freguesia das Avenidas Novas, em Lisboa, esclareceu esta segunda-feira que a investigação da Polícia Judiciária (PJ) à autarquia teve origem numa denúncia anónima "infundada", sublinhando que ninguém foi constituído arguido.
"Estas diligências, efetuadas no estrito quadro institucional, tiveram origem em denúncia anónima, cujo teor se revela infundado, falso e atentatório do bom-nome da Junta de Freguesia, seu presidente, seus trabalhadores e dos prestadores de serviços que aqui exercem as suas funções com elevado sentido de responsabilidade, integridade, dedicação e abnegação ao serviço público", refere a autarquia, em comunicado.
Na sexta-feira, a Polícia Judiciária confirmou à agência Lusa a realização de buscas na Junta de Freguesia das Avenidas Novas, no âmbito de uma investigação relacionada com contratos celebrados com duas empresas.
Fonte da PJ adiantou então que a operação foi conduzida pela Unidade Nacional Contra a Corrupção e envolveu seis elementos, entre inspetores e peritos, indicando que os factos investigados dizem respeito ao mandato autárquico de 2021-2025.
Na nota divulgada esta segunda-feira, a Junta de Freguesia das Avenidas Novas, presidida pelo social-democrata Daniel Gonçalves, ressalvou que, na sequência desta operação da PJ, "ninguém foi constituído como arguido, nem sujeito a qualquer medida de coação".
"O presidente da Junta de Freguesia de Avenidas Novas prestou, como sempre prestará, total, irrestrita e transparente colaboração às autoridades competentes, tal como o fizeram todos os colaboradores envolvidos, reafirmando o seu respeito absoluto pelas instituições do Estado de Direito e pela legalidade democrática", indica a autarquia.
A nota acrescenta ainda que os serviços da Junta de Freguesia funcionaram "com plena e absoluta normalidade" durante as diligências da PJ, garantindo que o atendimento ao público não foi interrompido.
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