Mãe de Lara lutava pela custódia da filha. Mulher estava em depressão profunda quando terminou relação com o pai da menina
Mulher entrou numa depressão profunda, chegando a tentar suicídio, após a separação do pai de Lara.
Era o pai quem tinha a guarda de Lara, a menina de oito anos que foi asfixiada até à morte pela madrasta. O pai ter-se-á separado da mãe da menina há cerca de cinco anos para iniciar um relacionamento com a mulher que agora é suspeita de homicídio, apurou o CM.
A mãe da menina entrou numa depressão profunda e esteve em tratamentos. Agora, tinha uma nova vida e lutava para reaver a custódia de Lara ou assumir a guarda partilhada com o pai.
A mulher que matou Lara terá agido por vingança e planeado o crime após um desentendimento com o companheiro, em que este tomou o partido pela própria filha.
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