Ministério Público critica PJ por atrasos na investigação de crimes prioritários
Criminalidade económica, cibercrime e crimes fiscais são algumas áreas afetadas por demora na distribuição de processos.
O Ministério Público (MP) aponta à Polícia Judiciária (PJ) responsabilidade pela existência de atrasos na investigação de crimes definidos como prioritários, entre 2023 e 2025, sendo disso exemplo os inquéritos à corrupção.
A falta de procuradores, oficiais de Justiça e de peritos são outras das razões apontadas para a demora, sendo que os maiores atrasos verificam-se na cibercriminalidade económica-financeira, crimes sexuais, fiscais e contra a Segurança Social, avançou o jornal, 'Público'.
Criminalidade económica, cibercrime e crimes fiscais são algumas áreas afetadas por demora na distribuição de processos.
No trabalho da esfera da PJ, os magistrados apontam demora no tempo que é destinado à distribuição de um inquérito a um inspetor da PJ.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt