Ministério Público quer devolver coleção de quadros a Sócrates

Arguido da Operação Marquês nega ser o dono de pinturas que incluem obra de Júlio Pomar.

04 de novembro de 2018 às 01:30
José Sócrates é o principal arguido no caso da Operação Marquês Foto: Inês Gomes Lourenço
José Sócrates Foto: Inês Gomes Lourenço
José Sócrates com o advogado João Araújo Foto: António Pedro Santos/Lusa
O quadro 'Salomé', de Júlio Pomar Foto: Direitos Reservados

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O Ministério Público pretende devolver a coleção de quadros, avaliada em cerca de 200 mil euros, que foi apreendida a José Sócrates, no âmbito da investigação da Operação Marquês.

Uma das obras de arte apreendida ao ex-primeiro-ministro é ‘Salomé’, de Júlio Pomar, que estava numa parede da sala de jantar no edifício Heron Castilho, em Lisboa. O Ministério Público quer que José Sócrates fique com a coleção como "fiel depositário" mas o ex-primeiro-ministro sempre negou ser o proprietário das obras de arte.

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