Ministério Público tem mais seis meses para investigar tortura na esquadra do Rato

Procuradora refere que ainda há suspeitos, a maioria agentes da PSP, para deter e para aplicar medidas de coação e que há também interrogatórios complementares a fazer aos arguidos.

25 de agosto de 2026 às 16:03
Esquadra da PSP do Rato Foto: CMTV
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O Ministério Público (MP) vai ter mais seis meses para investigar os casos de tortura da esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, e admite que o número de suspeitos pode ser superior ao inicialmente previsto.

Segundo o despacho do Tribunal Central de Instrução Criminal, avançado esta terça-feira pelo Expresso e a que a Lusa teve acesso, a juíza de instrução Gabriela Lacerda Assunção aceitou o pedido do Ministério Público para classificar o processo como de especial complexidade, que confere mais seis meses para deduzir acusação sem que tenha de libertar os sete arguidos que estão em prisão preventiva.

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No pedido feito pelo MP, a procuradora Felismina Carvalho Franco referiu ao tribunal que ainda há suspeitos, a maioria agentes da PSP, para deter e para aplicar medidas de coação e que há também interrogatórios complementares a fazer aos arguidos.

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