Ministro recusa existência de “alerta terrorista específico”, mas Comissão Europeia desmente
França recusa, pelo menos até abril de 2023, ao livre trânsito nas fronteiras Schengen.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, rejeitou esta segunda-feira existir novo “alerta terrorista específico” por parte de França, falando numa renovação semestral do controlo fronteiriço desde os atentados de 2015.
No entanto, basta consultar a página da Comissão Europeia para verificar que o controlo atual em França é “em contexto da Covid-19” e o que se introduz a um de novembro deve-se a, entre outras, “novas ameaças terroristas”, que o CM especificou no dia oito a partir da carta francesa.
O ministro reagia à notícia desta segunda-feira do CM de que Portugal recebeu o alerta de França a avisar que aquele país renuncia, pelo menos até abril de 2023, ao livre trânsito nas fronteiras Schengen.
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