MP defende internamento de recluso homicida da cadeia de Linhó

Procurador quer Hugo Pereira, que matou um colega de cela, tratado num estabelecimento para inimputáveis.

22 de abril de 2026 às 01:30
Hugo Pereira, 23 anos, está a cumprir 8 anos e 9 meses por roubos Foto: Direitos reservados
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O Ministério Público (MP) quer que Hugo Pereira, o jovem esquizofrénico de 23 anos que matou, a golpes de barra de ferro, um colega de cela na cadeia do Linhó, seja internado numa unidade de saúde mental.

A defesa do jovem que, recorde-se, se encontra na cadeia de Monsanto, em Lisboa, desde o início de março, recorreu para a Relação de Lisboa da decisão do Tribunal de Execução de Penas de impedir que o mesmo fosse transferido para um hospital.

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E, para já, conta com a posição favorável do MP. O procurador Carlos Martinho Figueira, que analisou o recurso, defendeu "o internamento de Hugo Pereira num estabelecimento para inimputáveis". Pedro Pestana, advogado do jovem, considerou ao CM que "só com o internamento, o recluso terá salvaguardada a sua saúde e dignidade, de modo a conter o perigo social do doente".

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