Paraquedistas acidentados em Tancos em situação grave mas estável

Acidente no último salto do curso em Tancos.

06 de maio de 2026 às 10:42
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Os dois militares do Exército que sofreram ferimentos graves num acidente de paraquedismo, na zona de saltos do Arripiado, na Chamusca, encontram-se na manhã desta quarta-feira a serem avaliados nos hospitais de São José (Lisboa) e de Leiria, adiantou ao CM fonte oficial do Exército. Sofreram lesões muito graves nas pernas - com fraturas complexas - e bacia e o diagnóstico é reservado, adiantou outra fonte militar.

"O Exército informa que ambos se encontram estáveis. Os militares permanecem em observação hospitalar, no Hospital de Leiria e no Hospital de São José, onde estão a realizar exames complementares de diagnóstico para avaliação de eventuais fraturas ou outras lesões", adiantou o ramo das Forças Armadas.

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"O Exército continua a acompanhar a situação, garantindo o apoio necessário aos militares e às respetivas famílias", completou.

Os dois sargentos, de 23 e 28 anos, tiveram o acidente na terça-feira de manhã, no último salto do curso de Paraquedismo, que terminou naquele dia. Tratou-se de um salto a mil pés (300 metros) de abertura automática.

Perante dezenas de outros militares que já haviam saltado - e ainda de familiares dos mais de 40 instruendos que terminavam o curso - saltaram de um avião C130 e os paraquedas acabaram por se enredar um no outro, o que fez a queda acelerar. O impacto no chão foi com grande violência, como demonstram os vídeos a que o CM teve acesso.

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Os militares foram assistidos de imediato por socorristas do Regimento de Paraquedistas, que estavam no local, e depois pelo INEM.

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