Pereira Cristóvão ganha batalha judicial no Supremo
Estava a ser julgado por vários crimes no Campus de Justiça.
O Supremo Tribunal de Justiça decretou nula a pronúncia do juiz Carlos Alexandre, que decidiu, há cerca de dois anos, que o ex-vice-presidente do Sporting e ex-inspetor da Polícia Judiciária, Paulo Pereira Cristóvão, e mais 17 arguidos - entre os quais três agentes da PSP - iam ser julgados por vários crimes violentos, entre os quais associação criminosa, roubo, sequestro e posse de arma proibida.
Os juízes conselheiros decidiram agora - tal como pedia a defesa de Cristóvão - que o Tribunal Central de Instrução Criminal não era o tribunal competente para pronunciar Pereira Cristóvão e, por isso, terá de ser repetida essa fase processual, segundo entende o professor universitário Rui Pereira.
A Relação de Lisboa terá de enviar os autos do processo para o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa ou de Cascais e um dos dois será o tribunal territorialmente competente. Quer isto dizer que o julgamento que decorre desde junho do ano passado no Campus de Justiça fica parado.
Ganha Pereira Cristóvão e os restantes arguidos que estavam a ser julgados no âmbito deste processo, onde se destaca Mustafá, líder da Juve Leo.
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