PGR admitiu ouvir Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa no processo Tancos
Decisão de não inquirir o presidente da República e o primeiro-ministro foi do diretor do DCIAP.
Albano Pinto, diretor do DCIAP, não viu pertinência na inquirição de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa no Processo de Tancos, embora tal lhe tenha sido proposto pelos magistrados que titulavam o inquérito.
A Procuradoria Geral da República esclareceu esta terça-feira em comunicado que um dos motivos foi o prazo do inquérito estar a terminar e serem necessários formalismos legais que poderiam atrasar a dedução da acusação.
Foi assim no Processo Freeport, quando o procurador queria enviar uma lista de perguntas a José Sócrates, e Cândida Vilar também não viu pertinência.
A PGR fez questão esta terça-feira de garantir que os magistrados aceitaram a decisão do diretor do DCIAP, embora a questão nem se coloque por se tratar de uma magistratura hierarquizada, onde o processo podia ser avocado.
Entretanto, esta terça-feira, soube-se que Luís Vieira, ex-diretor da PJM, vai também requerer a abertura de instrução e que o Exército vai reabrir as averiguações internas para apurar eventuais infrações disciplinares.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt