‘Pidá’ recebia comissão

Encontra-se preso e continua a ser julgado no Palácio da Justiça, no Porto, onde responde pelo homicídio de Aurélio Palha, mas agora Bruno ‘Pidá’ é também acusado de um crime de segurança privada ilegal, num caso de 2008.

19 de outubro de 2011 às 01:00
PORTO, PIDÁ, SEGURANÇAS Foto: Estela Silva/Lusa
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A pedido do antigo patrão, Bruno terá angariado três novos seguranças para o substituírem no centro comercial onde trabalhava. O total pago pelo dono do estabelecimento era dividido pelos novos funcionários e por Bruno, como compensação.

Depois da prisão de ‘Pidá’, os colegas acharam que aquele deveria continuar a receber a sua parte, como tinha sido inicialmente acordado. O dinheiro passou então a ser entregue a Telma, mulher do arguido.

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A lei que proíbe a segurança privada entrou em vigor em Agosto de 2008. No mês seguinte, os três seguranças despediram-se. A acusação foi deduzida depois de uma investigação relacionada com a ‘Noite Branca’, e Bruno é o único arguido.

Para o juiz de instrução criminal, Bruno ‘Pidá’ deveria saber que a segurança privada tinha passado a ser crime, apesar de estar preso.

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