PJ pede ajuda internacional para travar 'gang dos Rolex'

Investigadores do Departamento de Lisboa já identificaram os dois ladrões, um dos quais morreu no local, que atacaram gestor de fortunas e companheira em Lisboa.

02 de setembro de 2026 às 01:30
Viaturas envolvidas no acidente que vitimou em Lisboa Foto: CMTV
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A Polícia Judiciária (PJ) de Lisboa pediu ajuda a congéneres internacionais (europeias e sul-americanas), para impedir a fuga de território português do cúmplice do assaltante que, a 25 de agosto, morreu após ter sido abalroado por um automóvel conduzido por um gestor de fortunas, na Avenida de Berlim, em Lisboa. Recorde-se que a dupla, de origem brasileira, assaltou, à mão armada, o condutor e uma mulher (mediadora imobiliária) que o acompanhava, roubando dois relógios Rolex, um fio e três pulseiras em ouro, bens de valor estimado em cerca de 100 mil euros.

O apelo lançado pela PJ foi noticiado pelo Diário de Notícias, e confirmado pelo CM junto de várias fontes policiais. Por esta altura, os investigadores da Diretoria de Lisboa da PJ que realizam a investigação, já perceberam que os dois homens que se lançaram no assalto, pertencem a uma rede organizada, com raízes sul-americanas. No local foi possível recuperar praticamente todos os bens de valor roubados ao casal. Falta, apenas, reaver o relógio de luxo da mediadora imobiliária. O cenário de fuga do território nacional do assaltante e de eventuais cúmplices, é cada vez mais forte. E o 'SOS' lançado pela PJ visa, em primeiro lugar, identificar os suspeitos e, depois, prendê-los. 

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Há muito que o Ministério Público português sabe que no País, em especial nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, existem grupos organizados que se dedicam ao furto e até a roubos violentos, de artigos de luxo. Há inúmeros inquéritos-crime abertos, que resultaram mesmo em condenações pesadas para estes assaltantes.

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