PJ trata como terrorismo caso das ameaças de massacres a três escolas e hospital em Viseu
Universitário de 20 anos, identificado pela Polícia Judiciária, garante estar a ser alvo de vingança e alega que o número foi clonado.
A PJ está a investigar e a tentar perceber se o dono do telemóvel é também o autor das chamadas, feitas na tarde de quinta-feira, com ameaças de massacres com caçadeira a três escolas e ao Hospital de Viseu.
O universitário de 20 anos, identificado na quinta-feira quando estava no ginásio, garante estar a ser alvo de vingança e alega que o número foi clonado. A PJ está usar no caso o protocolo se fosse terrorismo, embora nada leve nesse caminho.
O suspeito foi detido e presente a juiz porque, em casa, tinha substâncias psicotrópicas ilícitas.
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