Portugueses detidos na Venezuela vão permanecer em prisão preventiva
Foram acusados de impedir o abastecimento de produtos básicos e de violarem as leis que regulam os preços.
Um tribunal da Venezuela decidiu, este sábado, manter em prisão preventiva pelo menos dez portugueses e luso-descendentes, todos eles gerentes de supermercados, acusados de impedir o abastecimento de produtos básicos e de violarem as leis que regulam os preços.
Estes portugueses, segundo fonte judicial, fazem parte de um grupo de 34 gerentes das redes de supermercados Central Madeirense e Excelsior Gama (que pertencem a portugueses) que foram detidos nos últimos dias. "O tribunal ordenou que permaneçam detidos enquanto decorrerem as investigações", num "processo que ronda os 45 dias", explicou a mesma fonte à agência Lusa
Os detidos são acusados de não respeitarem o preço máximo de venda ao público de produtos, de açambarcamento e de modificarem os preços de venda, além de terem vazias as prateleiras de carne, frango, arroz e massa, relembra a revista Sábado.
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