PSP enviou para o Ministério Público alegadas agressões a funcionário e professora nos Açores

Fonte ligada ao processo disse que os dois casos foram registados na semana passada, na Escola D. Paulo José Tavares, em Rabo de Peixe.

04 de outubro de 2023 às 18:48
psp xx Foto: Peter Spark/Movephoto
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A PSP dos Açores enviou para o Ministério Público as alegadas agressões a um funcionário e a uma professora de uma escola com ensino pré-escolar e primeiro ciclo do ensino básico de Rabo de Peixe.

Fonte ligada ao processo disse esta quarta-feira à agência Lusa que os dois casos foram registados na semana passada, na Escola D. Paulo José Tavares, em Rabo de Peixe, no concelho de Ribeira Grande, nos Açores, e envolveram alegadas agressões físicas de um pai a um assistente operacional e verbais de uma mãe a uma professora.

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Nas duas situações, o conselho executivo da escola "entendeu que foram excedidas as normas da sã convivialidade e, como tal, entendeu que devia reportar [a ocorrência] à [equipa da] Escola Segura [da PSP]", disse esta quarta-feira aos jornalistas a secretária Regional da Educação e dos Assuntos Culturais do Governo Regional dos Açores.

"No contacto pessoal que tive com o senhor presidente do Conselho Executivo foi para dizer que, nestas circunstâncias, devemos prestar todo o apoio aos nossos funcionários e colaboradores", acrescentou Sofia Ribeiro.

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De acordo com a governante, um caso foi relativo a um encarregado de educação que "na hora de entrada e saída da escola quis entrar na escola e foi barrado por um assistente operacional, de acordo com o regulamento interno".

O entrave no acesso ao estabelecimento de ensino "mereceu por parte do encarregado de educação uma reação com violência", explicou.

Na outra situação, tratou-se de uma encarregada de educação que foi chamada à escola para "discussão de questões práticas de gestão escolar" e "terá havido uma situação de grande exaltação", salientou.

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A secretária Regional da Educação dos Açores adiantou que, em ambos os casos, a direção da escola "reportou [o ocorrido] ao agente da Escola Segura [da PSP] presente no local".

Ainda de acordo com Sofia Ribeiro, o conselho executivo do estabelecimento de ensino informou que as duas situações "foram pontuais" e que "a ordem pública está assegurada".

"São duas situações pontuais e distintas de desacatos e que, como tal, são por nós consideradas como agressão", concluiu Sofia Ribeiro.

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