Reclusos em protesto na maior cadeia do País

230 presos da ala B recusaram o pequeno almoço e a medicação da manhã desta segunda-feira. Situação foi resolvida.

04 de maio de 2026 às 11:49
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Os reclusos da ala B do Estabelecimento Prisional de Lisboa (o maior do País, com mais de mil presos) estiveram em protesto na manhã desta segunda-feira, exigindo falar com o diretor da cadeia. Em causa estará um desagrado geral devido aos constrangimentos resultantes da greve dos guardas prisionais.

Segundo adiantaram ao CM fontes prisionais, foram cerca de 230 os reclusos em protesto: recusaram tomar o pequeno almoço e a medicação da manhã. Os presos sentaram-se no chão do corredor e não se deixaram fechar nas celas, exigindo falar com o diretor. 

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Não houve qualquer violência, sabe o CM, mas foi ponderada a chamada do Grupo de Intervenção e Segurança Prisional (GISP).

Ao CM, a Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais confirmou que "sensivelmente metade, dos reclusos da Ala B do Estabelecimento Prisional de Lisboa, como forma de protesto contra a greve do corpo da guarda prisional, se recusaram esta manhã a receber a medicação e o pequeno almoço".

"Os reclusos que se haviam sentado no chão da Ala B do Estabelecimento Prisional de Lisboa retornaram pacificamente às suas celas, encontrando-se a situação inteiramente resolvida", afirmou, pelas 13h00, a mesma fonte oficial.

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