Relação de Coimbra retira sete anos a incendiário com pena máxima

Nélson Afonso, de 41 anos, foi condenado em primeira instância pelo Tribunal de Castelo Branco a 25 anos de cadeia.

19 de abril de 2024 às 08:45
Arguido confessou crimes Foto: CMTV
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O Tribunal da Relação de Coimbra retirou sete anos de prisão à pena máxima a que tinha sido condenado um engenheiro eletrotécnico da Sertã, por ter ateado 16 fogos.

Em outubro de 2022, Nélson Afonso, de 41 anos, foi condenado em primeira instância pelo Tribunal de Castelo Branco a 25 anos de cadeia.

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Foi punido com uma pena agravada de 11 anos de prisão por um incêndio que causou uma vítima e a nove anos de prisão por cada um dos restantes 15 incêndios. Recorreu para a Relação, que lhe baixou a pena. Voltou a recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça, que manteve a pena da Relação de Coimbra.

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