Rosa Grilo sobre o marido: "O Luís deixou de me dar carinho e apoio"
Mulher do triatleta diz que o falecido marido “também não era leal e teve relacionamentos”.
A poucos dias de sair a acusação pelo homicídio do triatleta Luís Miguel Grilo, a viúva, presa na cadeia de Tires, continua a dar entrevistas. E justifica a traição ao marido com o amante desta forma: "O Luís também não me era leal, teve vários relacionamentos (...) eu mantive a relação com o António porque é alguém que me apoiava e dava carinho que deixei de ter da parte do Luís. Só o menino [o filho] nos ajudou a ficar juntos, já que nem eu nem o Luís sequer colocámos a hipótese de nos separarmos. Não íamos destruir tudo o que passámos juntos", refere Rosa Grilo à revista ‘Nova Gente’.
Sobre o seu amante, também em prisão preventiva, Rosa diz: "Neste momento não existe qualquer relação, uma vez que não falo com ele há cinco meses". E admite que o tempo tem passado rápido. "Sou muito ativa, quando não tenho que fazer invento. Gosto muito de ler e escrever, frequento os recreios no exterior".
Rosa Grilo continua a receber visitas dos pais, primos e amigas. "Também costumava vir visitar-me a irmã do Luís e a filha que agora não vêm, uma vez que assumiram publicamente a sua posição em relação a mim. O sobrinho do Luís continua a visitar-me para ouvir o que falo com o meu filho", acusa a viúva, que continua amiga de Diana Fialho, a jovem que matou a mãe adotiva à martelada no Montijo e depois queimou o cadáver.
"Por ironia do destino, entrei em Tires poucos dias depois da Diana e ficámos as duas na admissão. Falamos de coisas banais". Rosa Grilo e António Joaquim são os suspeitos de terem matado o triatleta a tiro.
PORMENORES
"Tenho sonhos"
Rosa Grilo diz que tem muitos sonhos. "Gostaria de ver o nascer do sol num balão de ar quente sobre Masai Mara [Quénia]. Um dia fá-lo-ei, o Luís prometeu-me", diz na entrevista.
Nega homicídio
"Não estou envolvida na morte do meu marido. Infelizmente, presenciei o momento em que assassinaram o Luís. É algo que ainda me custa acreditar. Tenho acompanhamento psicológico", diz.
"Nada assusta"
À questão sobre o que a assusta se for acusada da morte do marido, Rosa Grilo diz: "Já nada me assusta depois de tudo o que tenho passado. Sinto muito a falta do meu filho".
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