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Correio da Manhã

Portugal
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Rosa Grilo, tão capaz de amar como de matar

Na próxima "domingo", com o Correio da Manhã, a crónica de Francisco José Viegas sobre o crime da viúva.
28 de Fevereiro de 2019 às 13:24
Francisco José Viegas
Francisco José Viegas FOTO: Direitos Reservados

"Tudo nesta história é sentimental – um amante (António Joaquim) traído por si mesmo; um cérebro aparentemente frio (o de Rosa Grilo) que vai cometendo erros atrás de erros, todos eles fatais e que a descredibilizam de dia para dia consoante as versões que apresenta, até chegar à história do gangue angolano e do tráfico de diamantes; uma vítima quase sem biografia e de quem se sabe que é um alvo frágil; um casal que, convenientemente, tem uma vida conjugal "normal", segundo todas as testemunhas."

Estas são as personagens centrais de uma história de crime que apaixona os portugueses, e que vai ser revisitada, no próximo domingo, por Francisco José Viegas, colunista do CM e da CMTV, poeta, e autor de romances policiais, em redor do inspetor Jaime Ramos, personagem central.

Francisco José Viegas percorre as ruas onde o triatleta treinava, visita o local onde o casal vivia, percorre as ruas da infância de Luís Grilo, tudo descreve, e tudo desvenda.

"Traições? Em conversas aqui e ali, encontrei traços delas. Suspeitas de um gangue? Talvez, se acreditarmos na capacidade de efabulação do génio de Rosa Grilo. Ajustes de contas? Talvez, se tudo na vida fosse claro e simples como numa prova de triatlo. Porque, no fim de contas, o mais certo é esta incerteza sobre a personalidade, o olhar adolescente e o descuido sentimental de Rosa Grilo, tão capaz de matar como de amar. Até à morte, naturalmente.

Um texto apaixonante, a não perder na próxima revista "Domingo", com o seu Correio da Manhã.

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