Sem rasto da grávida desaparecida na Murtosa após dois dias a vasculhar terreno

Buscas com recurso a retroescavadoras e equipamento para rastrear local foram dificultadas por o terreno estar sobre leito do rio.

19 de dezembro de 2023 às 01:30
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Dois dias de buscas sem resultados. Toda a terra foi revolvida e, mais uma vez, nada foi encontrado. Horas de trabalho, coordenado pela Polícia Judiciária de Aveiro, e continua a não haver indícios dos restos mortais de Mónica Silva, a grávida de 33 anos que desapareceu na Murtosa na noite de 3 de outubro e que a investigação acredita ter sido assassinada.

Nos terrenos contíguos ao supermercado que abriu portas recentemente nasceram agora buracos, que se mantêm abertos. As buscas na propriedade da família de Fernando Valente - o principal suspeito do crime - terminaram e a GNR foi dispensada de fazer a segurança ao local, mas mantiveram-se as fitas a delimitar o perímetro. Isto porque há indicação de que agora o terreno se tornou perigoso.

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As buscas, com recurso a retroescavadoras e equipamento para rastrear o local, foram dificultadas por o terreno estar sobre o leito do rio. À medida que a terra era retirada, a água subia, o que dificultou qualquer procura dos restos mortais.

Sara Silva, irmã gémea de Mónica, avançou, entretanto, com uma nova pista. Garante que Fernando Valente - o ex-namorado de Mónica que está em prisão preventiva - terá comprado um camião de estrume e que o mesmo possa ter sido usado para esconder o cadáver. “Peço que digam onde foi colocado o estrume para fazermos buscas no local”, disse ao CM

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