Só 23 comandos do 127º curso receberam a boina vermelha

Começaram a formação 67 militares. Exército vai analisar desistências.

25 de novembro de 2016 às 12:37
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota
Cerimónia de imposição da boina vermelha aconteceu no quartel da Serra da Carregueira Foto: Vítor Mota

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Começaram o curso de comandos 67 militares, mas só 23 participaram hoje na cerimónia de imposição da boina vermelha no quartel da Serra da Carregueira. Chega assim ao fim o 127º curso de comandos do Exército, marcado pelas mortes de Dylan Silva e Hugo Abreu.

A investigação aberta pelo Ministério Público levou à detenção de sete militares, que aguardam agora o desenrolar do processo em liberdade.

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O curso foi retomado uma semana depois das mortes, mas a maioria dos formandos desistiu da formação.

O Exército anuncia que vai avaliar os motivos que levaram a uma tão elevada taxa de desistência, a rondar os 66%. 

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