Reforço policial devido a tensão na chegada ao tribunal dos suspeitos da morte de adepto do FC Porto

Nove detidos estão todos indiciados da coautoria do homicídio de Igor Silva nos festejos do FC Porto campeão.

09 de junho de 2022 às 09:31
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Os nove detidos na operação da PJ "Fim de Festa", pertencentes à claque 'Super Dragões', por ligações à morte do adepto Igor Silva durante os festejos do FC Porto campeão na passada madrugada do dia 8 de maio, já chegaram ao Tribunal de Instrução Criminal do Porto para serem ouvidos esta quinta-feira e lhes serem aplicadas as devidas medidas de coação.À chegada dos suspeitos às imediações do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, esta quinta-feira de manhã, foi necessário fazer um reforço policiamento devido a momentos de tensão entre os familiares dos detidos. Num primeiro momento chegaram quatro e depois os restante cinco.Por volta das 15h30, os arguidos começaram a ser ouvidos pela juíza de instrução."A investigação desenvolvida pela Polícia Judiciária permitiu, no espaço de um mês, recolher indícios de que os suspeitos ora detidos, atuaram em conjugação de esforços nas agressões que provocaram a morte do jovem na referida data, estando, por isso, todos indiciados da coautoria nesse crime", pode ler-se no comunicado enviado às redações.Ao que CM apurou, tratou-se de uma emboscada familiar a Igor Silva, por todos os desentendimentos entre a vítima e Marco 'Orelhas'. Paulo Chanfras, cunhado de Marco 'Orelhas', detido esta quarta-feira, e o filho, Renato Gonçalves, já detido anteriormente, estão também envolvidos.Defende a PJ que os nove detidos bateram em Igor e ajudaram a dominá-lo para que pudesse ser esfaqueado.Marco 'Orelhas' já foi ouvido no Tribunal de Instrução Criminal do Porto e confessou estar envolvido nas agressões na noite dos festejos do FC Porto, mas não admitiu o envolvimento na morte de Igor Silva. 

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