Três pedreiras algarvias em situações críticas a precisar de intervenção

Intervenções para corrigir problemas detetados implicam um custo de 278 mil euros.

12 de março de 2019 às 08:39
Pedreiras necessitam de intervenção no Algarve Foto: Direitos Reservados
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Existem três pedreiras no Algarve que comportam situações críticas para pessoas e bens e para o ambiente, segundo um levantamento do Governo. As intervenções previstas para resolver os problemas detetados têm um custo superior a 278 mil euros.

A pedreira da Palmeira nº2, em Monchique, apresenta uma prioridade de intervenção elevada, sendo necessário efetuar trabalhos de sinalização, vedação, bem como estudos prévios e projetos de execução.

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O custo previsto destas intervenções atinge quase os 93 mil euros, segundo consta do Plano de Intervenção nas Pedreiras em Situação Crítica.

As outras duas pedreiras algarvias que carecem de intervenções são as do Lugar da Nave, também no concelho de Monchique, e de Santo Estevão-P3, em Tavira - ambas com um nível de prioridade classificado como reduzido. O valor global necessário está estimado em quase 186 mil euros.

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No total, a região conta com 40 pedreiras, das quais 58% se encontram em exploração. Em todo o País existem 2500, das quais 191 em situação crítica.

A Direção-Geral de Energia e Geologia fica com a tarefa de notificar os exploradores das pedreiras ou os proprietários dos terrenos onde as mesmas se localizam para cumprirem as medidas previstas no plano de intervenção. Caso isso não aconteça, a situação será comunicada ao Ministério Público.

O Estado, através do Fundo Ambiental, assegura uma verba de 2 milhões de euros/ano para intervenções em caso de incumprimento dos proprietários, sendo depois desencadeado o processo judicial para ressarcimento das verbas gastas.

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