Tribunal da Relação de Évora nega liberdade condicional a Pereira Cristóvão

Ex-vice-presidente do Sporting invocou libertação de Isaltino Morais.

17 de maio de 2026 às 01:30
Paulo Pereira Cristóvão Foto: Ricardo Cabral
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Paulo Pereira Cristóvão começou a cumprir uma pena de sete anos e cinco meses de prisão em fevereiro de 2024. Passados pouco mais de dois anos, o ex-vice-presidente do Sporting e ex-inspetor da Polícia Judiciária já recorreu para o Tribunal da Relação de Évora a pedir a liberdade condicional, depois de o Tribunal de Execução de Penas ter afastado essa hipótese. De acordo com o JN, a resposta foi a mesma - vai continuar na cadeia de Évora.

A condenação surgiu em 2019, mas Pereira Cristóvão recorreu até ao Supremo, e só começou a cumprir pena cinco anos depois. Foi considerado culpado por uma vaga de roubos violentos, furtos e sequestros, num processo que envolveu o líder da claque 'Juventude Leonina' e vários polícias. Pereira Cristóvão invocou o caso de Isaltino Morais, que foi libertado com metade da pena cumprida. 

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