Tribunal da Relação do Porto decide recursos do caso da grávida da Murtosa no dia 11 de junho
Ministério Público e família da grávida recorreram, pedindo a condenação a 25 anos de prisão. Já a defesa de Valente pede que se mantenha a absolvição.
O juiz desembargador do Tribunal da Relação do Porto, Pedro Afonso Lucas, informou que vai decidir os recursos do caso do desaparecimento de Mónica Silva no dia 11 de junho.
O Ministério Público e a família da grávida recorreram, pedindo a condenação a 25 anos de prisão. Já a defesa de Valente pede para que se mantenha a absolvição do empresário da Murtosa. Só o recurso do MP tem mais de 800 páginas.
Fernando Valente tentou uma audiência no tribunal da Relação do Porto, mas o juiz não aceitou, justificando que não tem "cabimento legal".
Mónica Silva desapareceu sem deixar rasto em 2023, na Murtosa. Estava grávida de oito meses e não foi encontrada até aos dias de hoje.
A família sempre apontou o dedo a Fernando, mas o empresário acabou absolvido. Os jurados do tribunal de Aveiro consideraram que não havia provas para condenar Valente e colocaram até em cima da mesa a possibilidade de Mónica estar viva.
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