Um terço dos médicos de família ainda apresenta algumas reservas sobre medicamentos genéricos, revela estudo
Estudo de Perceção dos Medicamentos Genéricos foi realizado pela GfK Metris em março e abril deste ano.
Um em cada três médicos de Medicina Geral e Familiar inquiridos num estudo sobre medicamentos genéricos ainda apresenta algumas reservas relativamente à sua eficácia e um quarto sobre a sua composição em relação aos fármacos originadores.
O Estudo de Perceção dos Medicamentos Genéricos, promovido pela APOGEN -- Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biossimilares, foi realizado pela GfK Metris em março e abril deste ano, envolvendo uma amostra de 801 utentes com 55 ou mais anos, 300 médicos de Medicina Geral e Familiar e 300 farmacêuticos comunitários a exercer em Portugal continental.
Segundo a APOGEN, "o estudo pretendeu aferir os determinantes, as barreiras e os facilitadores no processo de adoção dos medicamentos genéricos (MG) em Portugal, principalmente nesta fase pós-pandemia em que o país e os cidadãos enfrentam incerteza e grandes constrangimentos financeiros e o Serviço Nacional de Saúde sofre a pressão do retomar das atividades assistenciais".
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