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Correio da Manhã

Portugal
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Concluída acusação ao atirador de atriz

Ana Brito e Cunha foi apanhada no meio de um ajuste de contas e acabou atingida a tiro.
Henrique Machado e Magali Pinto 22 de Outubro de 2014 às 11:45
Ana Brito e Cunha divertia-se no Guilty, na madrugada de 15 de março de 2013, quando foi atingida
Ana Brito e Cunha divertia-se no Guilty, na madrugada de 15 de março de 2013, quando foi atingida FOTO: Diogo Pinto

Mais de 200 pessoas divertiam-se de madrugada no conhecido restaurante-bar Guilty, em Lisboa, quando o som de um tiro lançou o terror dentro do espaço, às 03h00 de 15 de março do ano passado. Nanituma Mvanbanu, que esteve envolvido no megaprocesso da Máfia Brasileira, cúmplice de Sandro Bala, atingiu um rival – e, não satisfeito, disparou outra bala que embateu no chão e fez ricochete acertando noutras duas pessoas, entre elas a atriz Ana Brito e Cunha, de 38 anos.

Nanituma, de 42 anos, foi agora acusado pela unidade especial do DIAP de três crimes de ofensas à integridade física agravada e outro de detenção de arma proibida – um revólver.

Segundo a acusação, a que o CM teve acesso, a atriz "sofreu lesões no tornozelo direito que foram causa direta e necessária de 174 dias de doença com afetação da capacidade para o trabalho geral e profissional". A atriz pede uma indemnização ao atirador.

Nanituma, que fugiu, tendo depois sido apanhado, era conhecido no mundo do crime como ‘Didi’. No processo da Máfia Brasileira respondeu por associação criminosa, segurança ilegal e falsificação de documentos. Está em liberdade.

Olivier Costa, dono do Guilty, vai testemunhar em tribunal.

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