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Artigo exclusivo

Cadeia de Caxias chamou 112 após fuga de reclusos

Evasão de três homens demonstrou como falhou comunicação entre organismos.

22 de fevereiro de 2017 às 01:30

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Na altura da fuga estavam seis guardas a vigiar perto de 400 reclusos. Dois tinham sido desviados para acompanhar presos ao Hospital de S. F. Xavier
Na altura da fuga estavam seis guardas a vigiar perto de 400 reclusos. Dois tinham sido desviados para acompanhar presos ao Hospital de S. F. Xavier Pedro Catarino
Jorge Naranjo e Roberto Ulloa
Jorge Naranjo e Roberto Ulloa
Joaquim Bitton Matos, recluso, caxias
Joaquim Bitton Matos, recluso, caxias Direitos Reservados
Prisão
Prisão Pedro Catarino
Na altura da fuga estavam seis guardas a vigiar perto de 400 reclusos. Dois tinham sido desviados para acompanhar presos ao Hospital de S. F. Xavier
Na altura da fuga estavam seis guardas a vigiar perto de 400 reclusos. Dois tinham sido desviados para acompanhar presos ao Hospital de S. F. Xavier Pedro Catarino
Jorge Naranjo, fugitivo, Caxias
Jorge Naranjo, fugitivo, Caxias Direitos Reservados
Roberto Ulloa
Roberto Ulloa Direitos Reservados
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A fuga de três reclusos da cadeia de Caxias deixou a nu todas as fragilidades do sistema prisional. Mas o que aconteceu nas horas seguintes demonstrou uma sucessão de falhas graves no sistema judicial português que tornam o caso quase insólito.

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