Rede criminosa julgada em Lisboa por impor serviços de segurança pela violência

Dois principais arguidos criaram "um grupo estruturado e organizado" para prestar serviços de segurança a estabelecimentos de diversão noturna.
10.11.18
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O Ministério Público acusou 24 arguidos, incluindo um polícia, um militar e um psicólogo, de pertencerem a uma rede criminosa que impunha, pela violência, serviços de segurança em estabelecimentos de Lisboa, da margem Sul do Tejo e do Algarve.

O início do julgamento está agendado para as 09h30 de terça feira no Tribunal Central Criminal de Lisboa, estando em causa crimes de associação criminosa, centenas de crimes de falsificação de documento, coação, extorsão, detenção de arma proibida, burla, ofensa à integridade física, roubo, tráfico de droga, ameaça agravada e exercício ilícito de segurança privada.

Segundo o despacho de acusação do Ministério Público (MP), a que a agência Lusa teve este sábado acesso, os dois principais arguidos, um dos quais gerente da empresa de segurança arguida e a coberto desta, criaram, em 2009, "um grupo estruturado e organizado" para prestar serviços de segurança e vigilância a estabelecimentos de diversão noturna.

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