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GNR ‘desvia’ militares da Fuseta para Faro

Verão trouxe uma situação caótica de estacionamento perto da praia daquela vila piscatória.

23 de agosto de 2019 às 08:45

Automóveis parados em cima dos passeios, estacionados em segunda fila e a ignorar por completo qualquer tipo de sinalética. São alguns exemplos do cenário caótico que se vive diariamente nas proximidades da praia da Fuseta, em Olhão, durante o verão, onde a população aumenta exponencialmente e, com isso, aumenta também a falta de civismo.

Situações que se registam todos os anos por esta altura mas que, este ano, por falta de patrulhamento da GNR, tomaram proporções dramáticas.

"A Fuseta tem um problema estrutural de estacionamento, ainda para mais quando, nesta altura, estão seis mil pessoas na ilha e outras tantas na praia. Ainda assim, os militares da GNR do posto de Moncarapacho - que por si só já tem falta de efetivos - têm dado conta do recado.

No entanto, este verão, o patrulhamento é inexistente", lamenta ao CM Manuel Carlos, presidente da União de Freguesias da Fuseta e Moncarapacho. O autarca garante que a falta de patrulhamento se deve ao ‘desvio’ de militares da GNR afetos àquela vila piscatória para a praia de Faro, cuja autarquia se queixou, há cerca de uma semana, do mesmo problema.

"A ‘manta’ é curta e alguém tem de ficar a perder. Ficámos nós. Mas é necessário a presença da GNR aqui por ser um elemento dissuasor para evitar estas situações de estacionamento", refere ainda Manuel Carlos.

O CM questionou o Comando de Faro e o Comando Geral da GNR, mas ninguém esteve disponível para esclarecimentos.

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