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Artigo exclusivo

Falsificações: Astúcia dos criminosos caçados nas malhas da lei

Peças apreendidas pela Polícia Judiciária nas últimas décadas expõem a mentira, a ilusão, a fraude e o engano, que se estende da pintura à moeda, passando pelas armas, pelos automóveis, pelas joias e até uma máquina de um charlatão que ‘curava’ doenças com base na energia do espírito.

16 de outubro de 2020 às 01:30

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Miró, Picasso, Cesariny, Malangatana e Júlio Pomar são alguns dos pintores e artistas com obras falsificadas que foram apreendidas pela Polícia Judiciária e que estão entre as mais de 150 patentes na exposição ‘A Arte do Falso’, que celebra os 75 anos da PJ. A mostra, na Alfândega do Porto, dá a conhecer falsificações e mecanismos de adulteração, e alerta para os cuidados a ter de forma a evitar o envolvimento em esquemas criminosos.

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