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Artigo exclusivo

Homicidas do Algarve zangam-se e terminam o namoro

Maria tem nova namorada e já não quer partilhar a cela com Mariana.

29 de outubro de 2020 às 01:30

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Miguel Veterano
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As jovens estão acusadas de assassinarem e desmembrarem Diogo Gonçalves, de 21 anos, no Algarve. A instrução do processo começa no dia 12 de novembro, em Portimão. Apenas Mariana requereu a abertura de instrução (uma espécie de pré-julgamento em que o juiz decide se o caso vai a julgamento). Maria pretende ouvir em tribunal o que tem a dizer a ex-companheira. Ambas contaram pormenores do crime durante a fase de investigação.

As homicidas confessas ter-se-ão zangado quando Maria aceitou realizar testes psicológicos. Mariana não terá concordado com a estratégia de defesa da ex-namorada, apurou o CM junto de fonte próxima do caso. O crime macabro ocorreu em março e as jovens foram acusadas pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, burla informática, acesso ilegítimo, furto, furto de uso de veículo, peculato e detenção de arma proibida. Arriscam a pena máxima: 25 anos de cadeia.

O plano foi pensado ao pormenor e a sua execução foi inspirada em séries policiais, como ‘Dexter’. Depois de asfixiarem Diogo, decapitarem e esquartejarem o corpo, Mariana e a ex-namorada atiraram o tronco para o mar, em Sagres. Já a cabeça, as mãos e os pés andaram em dois carros durante cinco dias até decidirem que se iam desfazer destas partes do corpo, em Tavira. O móbil do crime, segundo a acusação, eram os 70 mil euros que a vítima recebeu de indemnização pela morte da mãe. Já Maria garante que o jovem a tentou violar.

pormenores

Vários levantamentos

Segundo a acusação do Ministério Público, as arguidas terão realizado oito levantamentos de dinheiro, no valor de 200 euros cada um.

Usam sedativos

Maria, segurança, também mantinha uma relação de amizade com Diogo. Mariana era enfermeira. Terão usado sedativos para adormecer a vítima.

Cortam dedos da mão

A acusação diz que as jovens usaram os dedos cortados na mão direita da vítima para ter acesso ao telemóvel e para fazer transferências bancárias.

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